quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

PORQUE NÃO DEVEMOS COMEMORAR NATAL?


Poderia apresentar várias razões,mais vou me deter em duas apenas porque acho mais que suficientes:
1- Porque a Bíblia não manda celebrar/Comemorar o nascimento.
E nós criatão devemos ter a Bíblia como a nossa única regra de fé e prática. Qualquer coisa que não está na Bíblia, deve ser regeitada pelo cristão sincero.

2- Porque está provado historicamente, que Jesus não nasceu em 25 de dezembro.

Esta data foi designada por Roma numa aliança pagã no século IV. A primeira intenção era cristianizar o paganismo e paganizar o cristianismo, de acordo com o calendário Judaico há possibilidade de que Jesus nasceu em setembro ou outubro; jamais em dezembro. Porque?

1. O clima prova: Yeshua não nasceu em Dezembro

“E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriam os dias em que ela havia de dar a luz. E deu à luz o seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem. Ora, havia, naquela mesma comarca, pastores que estavam no campo e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho.” Lc 2:6-8

Quando o Mashiach nasceu, os pastores estavam no campo, durante as vigílias da noite, e guardavam os rebanhos pelos quis eram responsáveis.

Como seria o clima, em Dezembro, lá no Orienta Médio?

Nesta época inicia-se a estação das chuvas, a considerada estação de inverno, fazendo muito frio. Por isso, os pastores tinham seus rebanhos recolhidos e abrigados, e não nos campos.

“Entre os pastores se costumava enviar as ovelhas aos desertos, por ocasião da páscoa, e recolhê-las no começo das primeiras chuvas...”

As primeiras chuvas começavam em princípios do mês de Marchesvan, que corresponde as partes de nosso Outubro e Novembro, ... por conseguinte, o Mashiach não nasceu em 25 de dezembro, “ quando não haviam rebanhos no campo.” (Comentário de Adam Clarke, vol3, pág 111)

“ Durante os tempos que os rebanhos permaneciam fora, os pastores velaram por eles dia e noite, todavia a primeira chuva caia em meados de Hesvan, que corresponde a princípios de Novembro. As ovelhas permanecem fora nos campos de Israel, todo o tempo do verão,e em conseqüência, os pastores ali receberam as novas do anjo, o que mostra que Yeshua não nasceu em 25 de dezembro, porque para este tempo já não havia pastores e ovelhas nos campos de Belém...”
(Talmudits inLighfootsd –inglês)

- Que mês do calendário hebraico corresponde ao nosso
Dezembro?
“Aconteceu, pois, no ano quarto do rei Dario, que a palavra do SENHOR veio a Zacarias, no dia quarto do nono mês, em quisleu.” Zc 7:1

- A Bíblia confirma que havia chuvas neste mês?
“Então todos os homens de Judá e Benjamim, em três dias, se ajuntaram em Jerusalém; era o nono mês, no dia vinte do mês; e todo o povo se assentou na praça da Casa de Deus, tremendo por este negócio e por causa das grandes chuvas.” Esdras 10:9

- A Bíblia confirma que fazia frio neste mês?

“Estava, então, o rei assentado na casa de inverno, pelo nono mês; e
estava diante dele um braseiro aceso.” Jr 36:22

Recenseamento no mês das chuvas?

Nos dias do nascimento de Yeshua, César Augusto convocou, por decreto, a todos do império para que fossem recensear-se:

“Naqueles dias, foi publicado um decreto de César Augusto, convocando toda a população do império para recensear-se. Este, o primeiro recenseamento, foi feito quando Quirino era governador da Síria. Todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade. José também subiu da Galiléia, da cidade de Nazaré, para a Judéia, àcidade de Davi, chamada Belém, por ser ele da casa e família de Davi, a fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida.” Lc 2;1-5

César Augusto pretenderia realizar um recenseamento com um clima inadequado para a ocasião?

Fatores a considerar:

- Belém está a 140 km de Nazaré;
- Belém está aproximadamente a 250 metros acima de Nazaré;
- As precárias condições das estradas;
- Os meios de transporte disponíveis: camelo ou burrico;

Jamais um governador marcaria uma contagem para uma época assim?

O que os pastores estariam fazendo com seus rebanhos no campo num tempo de chuvas e frio?

No mapa pode-se observar a cidade de Nazaré ao norte na Galiléia. Ao sul, na Judéia, próximo de Jerusalém, está Belém, a cidade do nascimento de Yeshua. Estas cidades estão distantes 140 km entre si e num desnível de mais de 250 metros.

Na manjedoura com Yeshua

A tradição diz que na manjedoura estiveram os pastores, os reis magos e os animais.

O que mostra a Bíblia?

“E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz. E deu à luz o seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.
Ora havia, naquela mesma comarca, pastores que estava no
campo e guardavam durantes as vigílias da noite o seu rebanho.
E eis que um anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do
Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor.
E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago
novas de grande alegria, que será para todo o povo, pois na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador que é o Cristo, o Senhor; E isto vos será por sinal: achareis o menino envolto em panos e deitado numa manjedoura.
E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos
exércitos celestiais, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas alturas, paz na terra. Boa vontade para com os homens! E aconteceu que, ausentando-se deles os anjos para céus, disseram as pastores uns aos outros: Vamos, pois, até Belém e vejamos isso que aconteceu e que o Senhor nos fez saber. E foram apressadamente e acharam Maria, e José, e o menino deitado na manjedoura.” Lc 2:6-16

O texto mostra-nos com clareza, que os pastores que estavam no campo, no dia do nascimento do Senhor Yeshua, foram visitá-lo na manjedoura, encontrando lá, José e Maria juntamente com seu filho Yeshua. Então,onde estavam os magos? Aliás, eles eram reis ou magos?

Sobre os magos...

“E, tendo nascido Yeshua em Belém da Judéia, no tempo do Réu Herodes, eis que uns magos vieram do Orienta a Jerusalém, e perguntaram: Onde está aquele que é nascido reis dos judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos a adora-lo.” Mt 2:1,2

A Brit Chadashah (NT) não declara quantos eram, nem que eram reis.
Chamaríamos de fábulas, especulação e ainda acréscimo. Sabe-se que eram sábios, estudiosos das profecias e de astronomia.

Herodes procura matar o menino

A partir do momento em que viram a estrela no oriente, os magos partiram para encontrar o rei Yeshua.

Em Jerusalém houve grande perturbação. Herodes e as autoridades religiosas juntaram-se para descobrir onde e quando haveria de nascer o Mashiach:

“E o rei Herodes, ouvindo isso, perturbou-se, e toda a Jerusalém com ele.”
E congregado todos os príncipes dos sacerdotes e os escribas do povo, perguntou-lhes onde havia de nascer o Cristo.

E eles lhe disseram: Em Belém da Judéia, porque assim está escrito pelo profeta: E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as capitais de Judá, porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel.
Então, Herodes, chamando secretamente os magos, inquiriu exatamente deles acerca do tempo em que a estrela lhes aparecera.

E, enviando-os a Belém, disse: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino, e, quando, o achardes, participai-mo, para que também eu vá e o adore.” Mt 2:3-8

- Onde os magos encontraram o menino?
“E, tendo eles ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela que tinham visto no Orienta ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino.
E, vendo eles a estrela, alegraram-se, muito com grande júbilo. E,entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, lhe ofertaram dádivas: ouro, incenso e mirra.” Mt 2:9-11

Os magos encontraram o menino em casa. Na manjedoura estiveram somente os pastores e não os magos!

A idade de Yeshua

Quando os magos encontraram Yeshua seria Ele um recém-nascido?

“Então, Herodes, vendo que tinha sido iludido pelos magos, irritou-se muito e mandou matar todos os meninos que havia em Belém e em todos os seus contornos, de dois anos para baixo, segundo o tempo que diligentemente inquirira dos magos.” Mt 2:16

Baseado na informação dos magos, Herodes agiu. Mandou matar os
meninos de dois anos para baixo, procurando neste contingente atingir o menino Yeshua. Portanto quando os magos encontraram Yeshua, em casa, Ele estava perto da idade de dois anos. Como se pode ver, não se tratava mais de um recém nascido.

E o que comumente se observa hoje?

Presentes para Yeshua

Era costume ao se visitar um rei levar algum presente. Por ser rei o Senhor foi presenteado, porém a Bíblia não menciona que houve troca de presentes.

“E deu ao rei cento e vinte talentos de ouro, e muitíssimas
especiarias, e pedras preciosas; nunca veio especiaria em tanta abundância como a que a rainha de Sabá deu ao rei Salomão.. E o rei Salomão deu à rainha de Sabá tudo quanto lhe pediu o seu desejo, alem do que lhe deu, segundo a generosidade do rei Salomão; então, voltou e partir para a sua terra, ela e os seus servos.” IReis 10:10,13

E sendo rei, o Senhor recebera os presentes destes estudiosos de astronomia.


25 de dezembro ?

É o nascimento do deus-sol-invicto dos pagãos:

Então, me disse: Viste, filho do homem, o que os anciãos da casa de Israel, fazem nas trevas, cada um nas suas câmaras pintadas de imagens? E eles dizem: O SENHOR não nos vê, o SENHOR abandonou a terra. E disse-me: Tornarás a ver ainda maiores abominações do que as que estes fazem.

E levou-me à entrada da porta da Casa do SENHOR, que está da banda do norte, e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando por Tamuz. E disse-me: Viste, filho do homem?Verás ainda abominações maiores do que estas.
E levou-me para o átrio interior da Casa do SENHOR, e eis que estavam à entrada do templo do SENHOR, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do SENHOR e com o rosto para o oriente; e eles adoravam o sol, virados para o oriente. Ez 8:12-16

O nascimento de Yeshua, em 25 de dezembro, acaba por fazer com que se dê honra ao deus-sol.

“A solenidade do natal foi instituída para substituir as festas pagãs do sol invicto, no solstício de inverno (..) A igreja do oriente sempre celebrou o nascimento de Yeshua no dia 6 de janeiro, na festa da Epifania.

No Ocidente sempre foi o dia 25 de dezembro.” ( Informativo da Diocese de Marília-SP – Ano I – nr 4 – Dezembro/98 Editor: Vanderley Sampaio


“Os cristão se deslumbraram diante das festas pagãs do deus-sol, celebrados no solstício de inverno, o dia mais curto do ano (21 ou 22 de dezembro, no hemisfério norte). A partir de então, passaram a proclamar, o natal de Jesus no dia 25 de dezembro.
Eles se deram conta de que o Sol vem para dissipar as trevas do coração humano, arrebatar dos túmulos os que jazem na morte e inaugurar uma nova criação repleta de vida, alegria, realização e dignidade, é Jesus.”

Em que mês Yeshua nasceu ?

Siga os passos acompanhando o calendário que divide o ano em 24 quinzenas.

1 Nascimento de João Batista:

a) Zacarias era sacerdote da ordem de Abias:

“Existiu, no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote, chamado Zacarias, da ordem de Abias, e cuja mulher era das filhas de Arão; o nome dela era Isabel.” Lc 1:5

b) Davi divide o ano sagrado dos hebreus em 24 turnos ou quinzenas, definindo assim a ordem de cada turma para prestar os serviços do santuário.

“E Davi os repartiu, como também a Zadoque, dos filhos de Eleazar; e a Aimeleque, dos filhos de Itamar; segundo o seu ofício no seu ministério.

E os repartiram por sortes, uns com os outros; porque houve maiorais do santuário e maiorais da Casa de D-us, assim dentre os filhos de Eleazar; como dentre os filhos de Itamar.

E saiu a primeira sorte a Jeoiaribe, a segunda, a Jedaias; a sétima, a Hacoz; a oitava, a Abias; a vigésima terceira, a Delaías; a vigésima a quarta a Maazias.” I Cr 24:3,5,7,18

Observe aqui que, a oitava quinzena, dentro do ano sagrado, cabia ao turno de Abias. Esta estava dentro do mês de Tamuz. Neta quinzena, Zacarias, o pai de João Batista, deveria prestar os serviços.

c) Zacarias cumpria os serviços no tempo de acordo com sua ordem e, é avisao pelo anjo, que Isabel, sua esposa, ficaria grávida.

“Existiu, no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote, chamado Zacarias, da ordem de Abias, e cuja mulher era das filhas de Arão; o nome ela era Isabel

E aconteceu que, exercendo ele o sacerdócio diante de Deus, na ordem da sua turma.

Então, um anjo do Senhor lhe apareceu, posto em pé, à direita do altar do incenso.

E Zacarias, vendo-o, turbou-se, e caiu temor sobre ele. Mas o anjo lhe disse: Zacarias, não temas, porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, dará à luz um filho, e lhes porás o nome de João.” Lc 1:5,8,11-13

d) Zacarias voltou para casa, após o término dos serviços e sua esposa concebeu:

“Sucedeu que, terminados os dias de seu ministério, voltou para casa. Passados esses dias, Isabel, sua mulher, concebeu e ocultou-se por cinco meses, dizendo:” Lc 1:23

e) Nascimento de João Batista em fins de Nisã ou Abib Nascimento do Senhor Yeshua

- Maria recebeu o aviso de sua gravidez pelo anjo Gabriel.
Nesta ocasião, sua prima, Isabel, estava no sexto mês de gestação:
“No sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado, da parte de D-us, para uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com certo homem da casa de Davi, cujo nome era José; a virgem chamava-se Maria. Mas o anjo lhe disse: Maria, não temas; porque achaste graça diante de Deus.

Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Yeshua. Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; D-us, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu reinando não terá fim. Então, disse Maria ao anjo: Como será isto, pois não tenho relação com homem algum?

E Isabel, tua parenta, igualmente concebeu um filho na sua velhice, sendo este já o sexto mês, para aquela que diziam ser estéril.” Lc 1:26,27,30-34,36

- Maria fica com Isabel os últimos três meses da gravidez de sua prima.

“Naqueles dias, dispondo-se Maria, foi apressadamente à região montanhosa, a uma cidade de Judá, entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel. Ouvindo esta a saudação de Maria, a criança lhe estremeceu no ventre: então, Isabel ficou possuída pelo Espírito Santo. E exclamou em alta voz: Bendita é tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre!

E de onde me provém que me venha visitar a mãe do meu Senhor? Maria permaneceu cerca de três meses com Isabel e voltou para casa.
A Isabel cumpriu-se o tempo de dar à luz,e teve um filho. Ouviram os seus vizinho e parentes que o Senhora usara de grande misericórdia para com ela e participaram do seu regozijo.
Sucedeu que, no oitavo dia, foram circuncidar o menino e queriam dar- lhe o nome de seu pai Zacarias.” Lc 1:39-43, 56-59

Cumprem-se os dias para nascer o Senhor Yeshua

Seis meses depois do nascimento de João Batista, em Etanim, que é Outubro pelo calendário atual, nasceu Yeshua. Observe no mapa.

Infelizmente temos que admitir que muitos cristãos, de cuja salvação não se pode duvidar, estão tão enganados por tradições humanas e tão cegos quanto à importância de receberem orientações exclusivamente da Palavra de Deus, que não tomam qualquer posição contra esta monstruosidade do Natal.

Entretanto, todos os que reconhecem a autoridade suprema das Sagradas Escrituras sobre tais assuntos, certamente não têm mais nada a ver com este feriado profano, depois de terem sido chamados à atenção pelas Escrituras.

Quanto à sua origem, o Natal, originariamente, era uma festa pagã romana em celebração ao nascimento do deus sol.

Foi assumido pelos católicos, com alterações, como convinha à sua abominável idolatria.

Diz nas escrituras: E, então, as filhas protestantes seguiram a “mãe das prostituições” (Apocalipse 17.5), e modificaram um pouco mais, até que elas pensam que agora honram ao Senhor por sua observância. A árvore de Natal, o visco, as coroas de azevinho, as velas, e a tradição das crianças enganando o Papai Noel, são todas de origem pagã.

Não há uma única palavra nas Sagradas Escrituras em favor de nenhuma delas. Mas ouçamos o que a Palavra de Deus diz: “Assim diz o SENHOR: Não aprendais o caminho dos gentios=não judeus... Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, com machado; com prata e ouro o enfeitam, com pregos e martelos o fixam, para que não oscile” (Jeremias 10.2-4).

Que Deus os abençoe!

Fonte: A Bíblia Sagrada, pesquisa na net, e escrotos de outros autores.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Evangelista Billy Graham É Internado

Evangelista Billy Graham É Internado Com Pneumonia


O evangelista Billy Grahan, 93, foi internado no hospital da Carolina do Norte, EUA, para cuidar de uma pneumonia, mas seu quadro é estável.

Ele foi levado ao hospital após episódios de sudorese e tosse durante a noite. O evangelista teve uma ligeira febre e dificuldade para respirar. Os médicos ainda não divulgaram que dia ele poderá receber alta. Amigos e familiares do pregador esperam que ele possa voltar para as festividades natalinas.

Esta não é a primeira vez que ele precisa ser internado por problemas pulmonares. No início deste ano, em maio, ele também foi ao hospital pelos mesmos sintomas. Desde então ele retomou suas atividades normais e seu programa de fisioterapia.

A pneumonia de Graham é consequência do mal de Parkinson que comete o evangelista há mais de 15 anos, causando acúmulo de fluído em seu cérebro e com isso pneumonia, além de osteoporose e ossos quebradiços.

Outros males relacionados à idade também atingiram Billy, incluindo a degeneração muscular e a perda de audição, mantendo-o em casa e obrigando-o a trabalhar através da escrita, sem ir à peregrinações como gostava.


Com o renascimento do evangelismo, Billy Graham tornou-se um dos Cristãos mais famosos do século XX.

Ele pregou o Cristianismo a milhões de pessoas em todo o mundo através de rádio, televisão e durante peregrinações. Sua última cruzada em Nova York, em 2005, trouxe cerca de 300 mil pessoas.

Em 2008 ele visitou o Brasil, onde pregou para milhares de pessoas em São Paulo.

Devido seu estado de saúde, Billy Graham entregou o cargo de evangelizador para o seu filho mais velho, Franklin Graham.

Seu último trabalho foi o lançamento do livro “Próximo do Lar Celestial: Vida, Fé e Acabar Bem”, publicado em outubro deste ano.

Fontes: http://portuguese.christianpost.com

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Guilherme Carey

Guilherme Carey

Pai das missões modernas

(1761-1834)

O menino Guilherme Carey, era apaixonado pelo estu­do da natureza. Enchia seu quarto de coleções de insetos, flores, pássaros, ovos, ninhos, etc. Certo dia, ao tentar al­cançar um ninho de passarinhos, caiu de uma árvore alta. Ao experimentar a segunda vez, caiu novamente. Insistiu a terceira vez: caiu e quebrou uma perna. Algumas semanas depois, antes de a perna sarar, Guilherme entrou em casa com o ninho na mão. - "Subiste à árvore novamente?!" -exclamou sua mãe. - "Não pude evitar, tinha de possuir o ninho, mamãe" - respondeu o menino.

Diz-se que Guilherme Carey, fundador das missões atuais, não era dotado de inteligência superior e nem de qualquer dom que deslumbrasse os homens. Entretanto, foi essa característica de persistir, com espírito indômito e inconquistável, até completar tudo quanto iniciara, que fez o segredo do maravilhoso êxito da sua vida.

Quando Deus o chamava a iniciar qualquer tarefa, per­manecia firme, dia após dia, mês após mês e ano após ano,até acabá-la. Deixou o Senhor utilizar-se de sua vida, não somente para evangelizar durante um período de quarenta e um anos no estrangeiro, mas também para executar a fa­çanha por incrível que pareça, de traduzir as Sagradas Es­crituras em mais que trinta línguas.

O avô e o pai do pequeno Guilherme eram sucessiva­mente professor e sacristão (Igreja Anglicana) da Paró­quia. Assim o filho aprendeu o pouco que o pai podia ensi­nar-lhe. Mas não satisfeito com isso, Guilherme continuou seus estudos sem mestre.

Aos doze anos adquiriu um exemplar do Vocabulário Latino, por Dyche,. o qual decorou. Aos quatorze anos ini­ciou a carreira como aprendiz de sapateiro. Na loja encon­trou alguns livros, dos quais se aproveitou para estudar. Assim iniciou o estudo do grego. Foi nesse tempo que che­gou a reconhecer que era um pecador perdido, e começou a examinar cuidadosamente as Escrituras.

Não muito depois da sua conversão, com 18 anos de idade, pregou o seu primeiro sermão. Ao reconhecer que o batismo por imersão é bíblico e apostólico, deixou a deno­minação a que pertencia. Tomava emprestados livros para estudar e, apesar de viver em pobreza, adquiria alguns li­vros usados. Um de seus métodos para aumentar o conhe­cimento de outras línguas, consistia em ler diariamente a Bíblia em latim, em grego e em hebraico.

Com a idade de vinte anos, casou-se. Porém os membros da igreja onde pregava eram pobres e Carey teve de continuar seu ofício de sapateiro para ganhar o pão coti­diano. O fato de o senhor Old, seu patrão, exibir na loja um par de sapatos fabricados por Guilherme, como amostra, era prova da habilidade do rapaz.

Foi durante o tempo que ensinava geografia em Moul­ton, que Carey leu o livro As Viagens do Capitão Cook e Deus falou à sua alma acerca do estado abjeto dos pagãos sem o Evangelho. Na sua tenda de sapateiro afixou na pa­rede um grande mapa-mundi, que ele mesmo desenhara cuidadosamente. Incluíra neste mapa todos os dizeres dis­poníveis: o número exato da população, a flora e a fauna, as características dos indígenas, etc., de todos os países.Enquanto consertava sapatos, levantava os olhos, de vez em quando, para o mapa e meditava sobre as condições dos vários povos e a maneira de os evangelizar. Foi assim que sentiu mais e mais a chamada de Deus para preparar a Bíblia, para os muitos milhões de indus, na própria língua deles.

A denominação a que Guilherme pertencia, depois de aceitar o batismo por imersão, achava-se em grande deca­dência espiritual. Isto foi reconhecido por alguns dos mi­nistros, os quais concordaram em passar "uma hora em oração na primeira segunda-feira de todos os meses" pe­dindo de Deus um grande avivamento da denominação. De fato esperavam um despertamento, mas, como aconte­ce muitas vezes, não pensaram na maneira em que Deus lhes responderia.

As igrejas de então não aceitavam a idéia, que conside­ravam absurda, de levar o Evangelho aos pagãos. Certa vez, numa reunião do ministério, Carey levantou-se e su­geriu que ventilassem este assunto: O dever dos crentes em promulgar o Evangelho às nações pagãs. O venerável pre­sidente da reunião, surpreendido, pôs-se em pé e gritou: "Jovem, sente-se! Quando agradar a Deus converter os pa­gãos, ele o fará sem o seu auxílio, nem o meu."

Porém o fogo continuou a arder na alma de Guilherme Carey. Durante os anos que se seguiram esforçou-se inin­terruptamente, orando, escrevendo e falando sobre o as­sunto de levar Cristo a todas as nações. Em maio de 1792, pregou seu memorável sermão sobre Isaías 54.2,3: "Amplia o lugar da tua tenda, e as cortinas das tuas habitações se estendam; não o impeças; alonga as tuas cordas, e firma bem as tuas estacas. Porque transbordarás à mão direita e à esquerda; e a tua posteridade possuirá as nações e fará que sejam habitadas as cidades assoladas."

Discursou sobre a importância de esperar grandes coi­sas de Deus e, em seguida, enfatizou a necessidade de ten­tar grandes coisas para Deus.

O auditório sentiu-se culpado de negar o Evangelho aos países pagãos, a ponto de "levantar as vozes em choro." Foi então organizada a primeira sociedade missionária na história das igrejas de Cristo para a pregação do Evangelho entre os povos nunca evangelizados. Alguns como Brainerd, Eliot e Schwartz já tinham ido pregar em lugares distantes, mas sem que as igrejas se unissem para susten­tá-los.

Apesar de a sociedade ser o resultado da persistência e esforços de Carey, ele mesmo não tomou parte na sua for­mação. O seguinte, porém, foi escrito acerca dele nesse tempo:

"Aí está Carey, de estatura pequena, humilde de espí­rito, quieto e constante; tem transmitido o espírito missio­nário aos corações dos irmãos, e agora quer que saibam da sua prontidão em ir onde quer que eles desejem, e está bem contente que formulem todos os planos".

Nem mesmo com esta vitória, foi fácil para Guilherme Carey concretizar o sonho de levar Cristo aos países que ja­ziam nas trevas. Dedicava o seu espírito indômito a alcan­çar o alvo que Deus lhe marcara.

A igreja onde pregava não consentia que deixasse o pastorado: somente com a visita dos membros da sociedade a ela é que este problema foi resolvido. No relatório da igreja escreveram: "Apesar de concordar com ele, não achamos bom que nos deixe aquele a quem amamos mais que a nos­sa própria alma."

Entretanto, o que mais sentiu foi quando a sua esposa recusou terminantemente deixar a Inglaterra com os fi­lhos. Carey estava tão certo de que Deus o chamava para trabalhar na Índia que nem por isso vacilou.

Havia outro problema que parecia insolúvel: Era proi­bida a entrada de qualquer missionário na Índia. Sob tais circunstâncias era inútil pedir licença para entrar. Nestas condições, conseguiram embarcar sem esse documento. In­felizmente o navio demorou algumas semanas e, pouco an­tes de partir, os missionários receberam ordem de desem­barcar.

A sociedade missionária, apesar de tantos contratem­pos, continuou a confiar em Deus; conseguiram granjear dinheiro e compraram passagem para a Índia em um navio dinamarquês. Uma vez mais Carey rogou à sua querida es­posa que o acompanhasse. Ela ainda persistia na recusa e nosso herói, ao despedir-se dela, disse: "Se eu possuísse o mundo inteiro, daria alegremente tudo pelo privilégio de levar-te e os nossos queridos filhos comigo; mas o sentido do meu dever sobrepuja todas as outras considerações. Não posso voltar para trás sem incorrer em culpa a minha alma."

Porém, antes de o navio partir, um dos missionários foi à casa de Carey. Grande foi a surpresa e o regozijo de todos ao saberem que esse missionário conseguiu induzir a espo­sa de Carey a acompanhar o seu marido. Deus comoveu o coração do comandante do navio a levá-la em companhia dos filhos, sem pagar passagem.

Certamente a viagem a vela não era tão cômoda como nos vapores modernos. Apesar dos temporais, Carey apro­veitou-se do ensejo para estudar o bengali e ajudar um dos missionários na obra de verter o livro de Gênesis para a língua bengaleza.

Guilherme Carey aprendeu suficiente o bengali, duran­te a viagem, para conversar com o povo. Pouco depois de desembarcar, começou a pregar e os ouvintes vinham para ouvir em número sempre crescente.

Carey percebeu a necessidade imperiosa de o povo pos­suir a Bíblia na própria língua e, sem demora, entregou-se à tarefa de traduzi-la. A rapidez com que aprendeu as línguas da Índia é uma admiração para os maiores lingüis­tas.

Ninguém sabe quantas vezes o nosso herói se mostrou desanimadíssimo na Índia. A esposa não tinha interesse nos esforços de seu marido e enlouqueceu. A maior parte dos ingleses com quem Carey teve contato, o tinham como louco; durante quase dois anos nenhuma carta da Inglater­ra lhe chegou às mãos. Muitas vezes faltava aos seus di­nheiro e alimento. Para sustentar a família, o missionário tornou-se lavrador da terra e empregou-se em uma fábrica de anil.

Durante mais de trinta anos Carey foi professor de línguas orientais no colégio de Fort Williams. Fundou tam­bém, o Serampore College para ensinar os obreiros. Sob a sua direção, o colégio prosperou, preenchendo um grande vácuo na evangelização do país.

Ao chegar à Índia, Carey continuou os estudos que co­meçara quando menino. Não somente fundou a Sociedade de Agricultura e Horticultura, mas criou um dos melhores jardins botânicos, redigiu e publicou o "Hortus Bengalensis". O livro "Flora Índica", outra de suas obras, foi consi­derada obra-prima por muitos anos.

Não se deve concluir, contudo, que, para Guilherme Carey, a horticultura fosse mais do que um passatempo. Passou, também, muito tempo ensinando nas escolas de crianças pobres. Mas, acima de tudo, sempre lhe ardia no coração o desejo de se esforçar na obra de ganhar almas.

Quando um de seus filhos começou a pregar, Carey es­creveu: "Meu filho, Félix, respondeu à chamada para pre­gar o Evangelho". Anos depois, quando esse filho aceitou o cargo de embaixador da Grã Bretanha no Sião, o pai, desa­pontado e angustiado, escreveu para um amigo: "Félix en­colheu-se até tornar-se um embaixador!"

Durante o período de quarenta e um anos, que passou na Índia, não visitou a Inglaterra.

Fonte: Do Livro Heróis da Fé

Vinte homens extraordinários que incendiaram o mundo

De Orlando S. Boyes

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

MOTIVO DE ORAÇÃO

Pastor Yousef permanece firme em sua fé

Pastor Yousef Nadarkhani se recursou a negar sua fé em Jesus Cristo ontem na quarta e última audiência em um tribunal no Irã. Pastor Yousef foi condenado pelo crime de apostasia (abandonar o islamismo) e sentenciado a morte por enforcamento.

Pastor Yousef Nadarkhani se recursou a negar sua fé em Jesus Cristo ontem na quarta e última audiência em um tribunal no Irã. Pastor Yousef foi condenado pelo crime de apostasia (abandonar o islamismo) e sentenciado a morte por enforcamento.

O tribunal onde estão sendo realizados os julgamentos está cercado por forças de segurança desde que começaram as audiências do pastor. O tribunal concedeu a Yousef três chances para que ele pudessem se retratar, negar o cristianismo e voltar ao Islã. Somente dessa maneira ele poderia ter sua vida poupada. Mas em todos os casos, ele se recusou a negar a Cristo.

“Estou em contato com o Irã”, disse uma fonte próxima a família do pastor. “Mas as notícias não são muito boas, mas vamos esperar. Se eles realmente quiserem, eles podem matá-lo porque ele se recusou a negar sua fé. Deixamos tudo nas mãos de Deus.”

Um advogado de defesa disse a família Nadarkhani e amigos que havia uma maneira de levar o caso ao Tribunal Supremo, o que poderia estender a pena de Nadarkhani na prisão, mas existe a informação de que o Supremo Tribunal Federal do país deseja que essa situação seja resolvida o quanto antes.

“Yousef é conhecido como um herói, por isso, se ele for libertado, o governo será visto como alguém que foi derrotado”, disse ele. “Mas se eles o deixarem na prisão, haverá mais pressão internacional.”

“Eles provavelmente não irão matá-lo hoje, mas podem fazer isso quando quiserem”, disse a fonte para o Compass. “Eles podem enforcá-lo ao meio dia ou então daqui a 10 dias. Às vezes entregam o corpo para a família junto com o veredito. Eles têm ultrapassado as fronteiras da lei”

A fonte disse que a esposa de Nadarkhani está muito apreensiva com relação a decisão do tribunal. Eles tem dois filhos: Joel, 7 anos, e Daniel, 9 anos. “A mulher dele está em depressão e preocupada. É uma situação difícil para toda a família.”

FonteCompass Direct
TraduçãoLucas Gregório

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