quarta-feira, 28 de abril de 2010

TRIPLO FILTRO DA MALEDICÊNCIA



"SE ALGUÉM ENTRE VÓS CUIDA SER RELIGIOSO, E NAO REFREIA A SUA LINGUA, ANTES ENGANA O SEU CORAÇÃO, A RELIGIÃO DESSE É VÃ" (Tiago 1,26)



TRIPLO FILTRO DA MALEDICÊNCIA

Refletindo sobre a lingua, comecei a pensar sobre o perigo de usar-mos a lingua de maneira indevida. Como posso usá-la indevidamente?
--Quando a uso para falar palavras, que machucam o meu irmão;
--Quando a uso para criticar o meu irmão;
--Quando a uso para proferir palavras mentirosas, enganando o meu próximo;
--Em fim, quando a uso para falar palavras, que não edificam a minha vida nem aos que ouvem;

Enquanto meditava sobre o perigo de usar mal a minha lingua, me veio à mente, uma estória, que envolve o famoso Sócrates na antiga grécia. leia com atenção, e decida como você irá a sua lingua.

"Na antiga Grécia, Sócrates ficou famoso por sua sabedoria e pelo grande respeito que impunha a todos. Um dia, um conhecido se encontrou com o grande filósofo, e lhe disse: Sabe o que escutei sobre teu amigo?
-- Espera um minuto, replicou Sócrates. Antes que me digas qualquer coisa, quero que passes por um pequeno exame. Eu o chamo de exame do triplo filtro.
-- Triplo filtro?, perguntou o outro.
— Correto, continuou Sócrates. Antes que me fales sobre meu amigo, pode ser uma boa idéia filtrar três vezes o que vais me dizer.
— O primeiro filtro é a VERDADE. Estás absolutamente seguro de que o que vais me dizer é correto?
— Não, disse o homem, realmente só escutei sobre isso e ...
— Bem, disse Sócrates, então você realmente não sabe se é certo ou errado.
— Agora, permita-me aplicar o segundo filtro, o filtro da BONDADE. É algo bom o que vais me dizer de meu amigo?
— Não, pelo contrário ...
— Então, deseja me dizer algo ruim dele, porém não estás seguro de que seja verdade.
— Mesmo que agora eu quisesse escutá-lo, ainda não poderia, pois falta um filtro, o filtro da UTILIDADE. Servirá de algo saber o que você vai me dizer do meu amigo?
— Não, na verdade não.
— Bem, concluiu Sócrates, se o que desejas me dizer não é certo, nem bom e tampouco me será útil, por que eu iria querer saber?
Use este triplo filtro cada vez que ouvir comentários sobre alguns de seus amigos próximos e queridos.
A amizade é algo inviolável. Nunca perca um amigo por algum mal entendido ou comentário sem fundamento."

sexta-feira, 23 de abril de 2010

PALAVRA DE VITÓRIA


"Quem poderá nos separar do amor de Cristo? São os sofrimentos, as dificuldades, as perseguições, a fome, a pobreza, o perigo ou a morte? ... Em todas essas coisas, somos mais que vencedores por meio daquele que nos amou." (Rm 8.31,37)

Com base nesse texto é possivel afirmar que Cristo nos garante vitórias. Em Cristo somos mais que vencedores!

Sabe o que significa vencer?
Vencer significa: "Aquele que supera os obstáculos,que transpõe barreiras, que assume o controle" quando colocamos as nossas vidas nas mãos de Deus, e nos apoiamos no poder da ressurreição, nada pode nos deter; nada pode nos afligir ou nos destruir. Verdade é, que todos enfrentamos problems. Ninguém está isento de problemas; eles existem, porque vivemos num mundo caído. A Bíblia diz que "...este mundo jás no maligno"

Se você pensa que não tem problemas, examine o seu pulso. Voc~e está vivo, logo tem problemas. Os únicos que não tem problemas, sao os que já estão no cemitério. Mas, o maior problema é quando tentamos resolver os nossos problemas, com as nossas próprias forças. Quando isso acontece, ficamos cançados e decepcionados. Deus quer que paremos de tentar e começemos a confiar nEle. Observe bem o que diz o apóstolo Paulo: "Ninguém nos separará do amor de Cristo!... É preciso estar em Cristo, para ser vitorioso. no final do texto diz: "Somos mais que vencedores por meio daquele qe nos amou".

A vitória nao é mérito dos mais fortes. A vitória é dádiva de Deus, àqueles que lhe são fieis. Nao importa as circunstanias adversas. Deus produz a esperança. Os problemas e lutas são imprevisivéis, mais se você está firmado no Senhor, você é vencedor!

Jesus foi crucifiadoi para que você parassede se crucificar. Ele foi flagelado, por causa da sua aflições. Por isso, creia e receba o poder da ressurreião que está em Cristo. Tome posse da sua vitória em Cristo Jesus!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

O MARTIRIO DOS APÓSTOLOS




O MARTIRIO DOS APÓSTOLOS

O martírio dos apóstolos foi anunciado por Jesus: "Por isso, diz também a Palavra de Deus: Profetas e apóstolos lhes mandarei; e eles matarão uns e perseguirão outros" (Lc 11.49). "E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues; e matarão alguns de vós. E de todos sereis odiados por causa do meu nome" (Lc 21.16-17). "Se a mim me perseguiram também vos perseguirão a vós... mas tudo isso vos farão por causa do meu nome" (Jo 15.19-20). "Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos...eles vos entregarão aos sinédrios e vos açoitarão nas suas sinagogas, e sereis conduzidos à presença dos governadores e dos reis, por causa de mim..." (Mt 10.16-18).

Com relação aos sofrimentos e martírio de Paulo, Jesus revelou: "Eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome" (At 9.16). Vejamos como os apóstolos morreram:

1. ANDRÉ - O lugar do seu martírio foi em Acaia (província romana que, com a Macedônia, formava a Grécia). Diz a tradição que ele foi amarrado a uma cruz em forma de xis (não foi pregado) para que seu sofrimento se prolongasse.

2. BARTOLOMEU - Tem sido identificado com Natanael. Exerceu seu ministério na Anatólia, Etiópia, Armênia, Índia e Mesopotâmia, pregando e ensinando. Foi esfolado vivo e crucificado de cabeça para baixo. Outros dizem que teria sido golpeado até a morte.

3. FILIPE - Natural de Betsaida, cidade de André e Pedro. Diz-se que pregou na Frigia e morreu como mártir em Hierápolis.

4. JOÃO - O primeiro a crer na ressurreição de Cristo (Jo 20.1-10). A tradição relata que João residiu na região de Éfeso, onde fundou várias igrejas. Na ilha de Patmos, no mar Egeu, para onde foi desterrado, teve as visões referidas no Apocalipse (Ap 1.9). Após sua libertação teria retornado a Éfeso. Teve morte natural, provavelmente, com 100 anos de idade.

5. JUDAS TADEU - Diz a tradição que pregou o Evangelho na Mesopotâmia, Edessa, Arábia, Síria e também na Pérsia, onde foi martirizado juntamente com Simão, o Zelote.

6. MATEUS - Há várias versões sobre a sua morte. Teria morrido como mártir na Etiópia.

7. MATIAS - Escolhido para substituir Judas Iscariotes (At 1.15-26). Diz-se que exerceu seu ministério na Judéia e Macedônia. Teria sido martirizado na Etiópia.

8. PEDRO - Pescador, natural de Betsaida. Seu primeiro sermão foi no dia de Pentecostes. Segunda a tradição, sua crucifixão verificou-se entre os anos 64 e 67, em Roma, por ordem de Nero. Pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, por achar-se indigno de morrer na mesma posição de Cristo.

9. SIMÃO, o Zelote - Dos seus atos como apóstolo nada se sabe. Está incluído na lista dos doze, em Mateus 10.4, Marcos 3.18, Lucas 6.15 e Atos 1.13. Julga-se que morreu crucificado.

10. TIAGO, O MAIOR - Natural de Betsaida da Galiléia, pescador (Mt 4.21; 10.2). Por ordem de Herodes Agripa, foi preso e decapitado em Jerusalém, entre os anos 42 e 44.

11. TIAGO, O MENOR - Filho de Alfeu (Mt 10.3). Missionário na Palestina e no Egito. Segundo a tradição, martirizado provavelmente no ano 62.

12. TOMÉ - Segundo a tradição, sua obra de evangelização se estendeu à Pérsia (Pártia) e Índia. Consta que seu martírio se deu por ordem do rei de Milapura, na cidade indiana de Madras, no ano 53 da era cristã

13. PAULO - Natural de Tarso, na Cilícia (hoje Turquia). Nome romano de Saulo, o Apóstolo dos Gentios. Segundo a tradição, decapitado em Roma, nos tempos de Nero, no ano 67 ou 70 (At 8.3; 13.9; 23.6; 13-20).

Ainda hoje, anualmente, milhares de irmãos em são martirizados em todo o mundo, se cumprindo o que diz a Palavra do Senhor: "Se a mim me perseguiram também vos perseguirão a vós... mas tudo isso vos farão por causa do meu nome" (Jo 15.19-20). "Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos...eles vos entregarão aos sinédrios e vos açoitarão nas suas sinagogas, e sereis conduzidos à presença dos governadores e dos reis, por causa de mim..." (Mt 10.16-18). Diante de tudo isso, devemos fazer uma séria reflexão: O Evangelho pregado em nossas igrejas inclui a possibilidade de sofrimento por amor a Cristo. Ou anunciamos somente prosperidade, fartura, longevidade e saúde? Pense nisso!

sábado, 10 de abril de 2010

A HISTÓRIA DOS BATISTAS E MISSÕES


História dos Batistas

Batistas, é um termo descrevendo indivíduos pertencentes de uma igreja batista ou uma denominação batista. O nome é derivado de uma ordenança que seguidores de Jesus Cristo são mandados a serem batizados (por imergir em água) como uma exposição pública de sua fé, e assim aderentes da fé de batista rejeitam batismo infantil. Enquanto o termo "batista" tem suas origens com os Anabatistas, e às vezes foi visto como pejorativo, a denominação se historicamente é ligado ao Dissidente inglês ou Separatista ou movimentos de Anticonformismo do século XVI. A denominaçião batista surgiu na Inglaterra, num tempo de reforma religiosa intensa.[1]

Os batistas tipicamente são considerados protestantes. Alguns batistas rejeitam essa associação. A maioria das igrejas batistas escolhem associar-se com grupos que fornecem apoio sem controle. A maior associação batista é a Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos, mas, há muitas outras associações de batistas no mundo. No Brasil, as maiores são a Convenção Batista Brasileira e a Convenção Batista Nacional.

As Igrejas Batistas formam uma família denominacional de origem inglesa. Está presente em quase todos os países do globo. No ano de 2007 existiam 37 milhões de membros e 170 mil igrejas espalhados pelo mundo, sendo que 21 milhões apenas nos Estados Unidos e Canadá, e cerca de 2 milhões no Brasil.

Batistas no Brasil

Os imigrantes dos Estados Unidos fundaram a primeira igreja batista do Brasil. Na foto a Capela do Campo, no Cemitério do Campo em Santa Bárbara d'Oeste. Por força da Guerra Civil Americana ocorrida nos Estados Unidos em 1865, os cidadãos dos Estados Unidos começam a buscar outras terras onde pudessem tentar a vida. O Brasil é um dos países escolhidos, e, em 1867, grupos de americanos que somaram mais de 50.000 pessoas desembarcam nos portos brasileiros. Avançando para o continente escolhem a cidade de Santa Bárbara d'Oeste, para adquirirem terras e fixarem residências, atuando na formação de forte agricultura. Entre os emigrados muitos eram evangélicos e entre esses, muitos eram Batistas. Já em 1870 os evangélicos fizeram publicar um "Manifesto para Evangelização do Brasil." Tal manifesto, publicado na imprensa contou com assinaturas de Presbiterianos, Metodistas, Congregacionais e, por um Batista, o jovem Pastor Richard Raticliff, um dos emigrados, cuja família havia sido ganha para Jesus, por ação de Thomas Jefferson Bowne, então nos Estados Unidos. Em 1871, os Batistas emigrados dos Estados Unidos organizam a Primeira Igreja Batista do Brasil em Santa Bárbara d'Oeste. Anos mais tarde, em 1879, outro grupo de emigrados americanos fazem surgir a segunda Igreja Batista em solo brasileiro em Santa Bárbara d'Oeste, no Bairro da Estação, onde atualmente se localiza a cidade de Americana.

Enquanto isto, no Recife, um Presbiteriano, Pastor Smith, ganhava para Jesus um Sacerdote Romano, Antonio Teixeira de Albuquerque. Após a conversão, Teixeira de Albuquerque tentou refugiar-se em Maceió, sua terra natal, mas, diante da perseguição romana, por providência divina, acode-se em Capivari, no Estado de São Paulo. Vindo a conhecer os Batistas em Santa Bárbara d'Oeste, aceita o Batismo, é ordenado como Pastor Batista e ajuda a comandar a evangelização que se iniciava entre brasileiros, franceses, ingleses e americanos. Os Batistas de então, em Santa Bárbara d'Oeste, se unem para solicitar a Junta de Richmond, dos Estados Unidos, o envio de missionários ao Brasil. Em razão do trabalho de evangelização intenso que já realizavam entre os nativos, percebem a abertura dos brasileiros para receberem o evangelho. Logo em 1881 chegam, William Buck Bagby e Ana Luther Bagby; Zacarias Taylor e Katarin Taylor. Os primeiros missionários são recebidos em Santa Bárbara d'Oeste e logo filiam-se à Igreja Batista existente e começam a estudar a língua portuguesa, tendo
Antonio Teixeira de Albuquerque como professor.

Primeira Igreja Batista de Barueri.

Pouco tardou para que os dois casais de missionários americanos, unindo-se a Antonio Teixeira de Albuquerque rumassem para o Estado da Bahia, onde em 1882, com cartas de transferência das igrejas em Santa Bárbara d'Oeste, organizaram a Primeira Igreja Batista em Salvador. (Muitos hoje consideram essa a Primeira Igreja Batista) Em um ano aquela igreja já contava 70 membros, vale lembrar que a cidade de Salvador também possuia uma comunidade de imigrantes americanos que fugiram da Guerra de Secessão. O Pastor Antonio Teixeira de Albuquerque, casado, rumou para Maceió, onde organiza a Primeira Igreja Batista e onde ganhara seus pais para Jesus. A vida de Teixeira de Albuquerque foi curta, vindo a falecer aos 46 anos de idade. O Brasil não resiste as pressões sociais e políticas, internas e externas, vendo capitular o Império, sendo proclamada a República, em 1889. Nela a liberdade religiosa estava consagrada na Constituição, ainda que, por enquanto, apenas no papel. A influência evangélica era forte em todas as grandes decisões da nação, incluindo a libertação dos escravos, em 1888.

De Salvador, os missionários seguiram para outras capitais, plantando igrejas. De volta a São Paulo, com outros missionários recém-chegados foram organizando outras novas igrejas a partir de 1899 em São Paulo, Jundiaí, Santos, Campinas, São José dos Campos. Já em 1904 eram 7 Igrejas Batistas no Estado de São Paulo. Essas, reunindo-se em Jundiaí, organizaram em 1904 a Convenção Batista do Estado de São Paulo, então chamada de União Baptista Paulistana. Em 1914, eclode a Primeira Guerra Mundial, que faria ferver até 1918 toda a Europa. A Europa, destruída, vê muitos de seus habitantes saírem em busca de novas terras. O Brasil, e, principalmente o Estado de São Paulo, com um grande avanço na agricultura, (café, cana de açúcar e cereais) torna-se alvo de muitos desses europeus. Fugindo da guerra, aportam por aqui muitos protestantes, contribuindo para o crescimento de seguidores de Jesus Cristo no Brasil. Somaram-se a eles as dezenas de casais de missionários americanos que continuavam chegando, visando levar os brasileiros aos pés de Jesus Cristo.

Fonte: Rede Social ORCristo

(veja também o estudo O Que é ser batista?
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Os batistas, tem se destacado como uma "Igreja Missionária". Através do trabalho missionário que tem sido desenvolvido, no decorrer da sua história, por meio da participação mútua e efetiva das igrejas, à Convenção Batista Brasileira, Convenções Estaduais, e juntas missionárias, o povo batista, tem feito o Evangelho de Cristo se espandir até os confins da terra.

Esta postagem tem como objetivo ajuda-lo a localizar alguns sites dos batistas.
Para abrir qualquer um desses orgãos da Convenção Batista, basta digitar o site no espaço de endereço. Qe Deus o abençoe!



www.batistas.org.br



http://www.batista.org.br/html/?id=4




www.ufmbb.org.br



www.uhbb.com.br




http://www.missoesnacionais.org.br/



www.jmm.org.br

quarta-feira, 7 de abril de 2010

A BÍBLIA CATÓLICA E A BÍBLICA EVANGÉLICA: Qual a Diferença?




A BÍBLIA CATÓLICA E BÍBLIA EVANGÉLICA: QUAL A DIFERENÇA?


Creio que muitas pessoas têm dúvidas relativas a possíveis diferenças entre a Bíblia Católica e a Bíblia Evangélica. Seriam essas diferenças que levam evangélicos a discordar dos católicos e vice-versa?
nessa postagem, quero compartilhar sobre esse assunto, porque conheço as duas Bíblias e sei que as duas diferenças existentes entre elas são: Número de livros e tradução.

1. NUMERO DE LIVROS:

A Bíblia evangélica tem sete livros a menos em relação à Bíblia católica. Estes livros são: Tobias, Judite, I Macabeus, II Macabeus, Baruque, Sabedoria e Eclesiástico.
Estes livros foram considerados pelos judeus da palestina como não sendo inspirados pelo Espírito Santo e por isto os evangélicos os rejeitam como parte da bíblia. Colabora ainda o fato destes livros não terem sido citados por nenhum autor do Novo Testamento.

2. TRADUÇÃO:

Primeiro, é preciso entender que a bíblia foi originalmente escrita em hebraico e aramaico (antigo testamento) e grego (novo testamento). Posteriormente o AT foi traduzido para o grego.
As Bíblias escritas em outros idiomas como inglês, espanhol, francês, alemão, português, etc, são versões do grego original. Desta forma, cada tradutor usou expressões diferentes em seu próprio idioma para representar aquilo que estava escrito em grego.
As diferentes versões da bíblia, normalmente não alteram o sentido original, por isto, tanto a tradução católica como a evangélica tem o mesmo princípio. Evidentemente que alguns termos podem ter sido adaptados a uma comunidade em detrimento de outra.

3. TRADUÇÃO DA BIBLIA PARA O PORTUGUÊS:

A Bíblia evangélica usada no Brasil foi traduzida para o português por João Ferreira de Almeida, um português católico que se converteu ao protestantismo em 1642 e logo em seguida iniciou o trabalho de tradução. A versão de Almeida foi a primeira em língua portuguesa.
A Bíblia católica possui diversas traduções. Não sei precisar se há alguma versão preferida. Soube recentemente que a versão “Nova Tradução em Linguagem de Hoje” (versão evangélica) da Sociedade Bíblica do Brasil foi adotada por uma importante editora católica.

CONCLUSÃO:

As diferenças entre a Bíblia católica e a Bíblia evangélica não torna uma verdadeira e outra falsa. Ela é única em sua essência e tem o mesmo propósito que é apresentar a salvação em Jesus Cristo.
Católicos e evangélicos submetem à mesma palavra. O critério de salvação para um evangélico é o mesmo para um católico. Se os evangélicos insistem que é necessário aceitar a Jesus Cristo como seu salvador e obedecer à palavra de Deus, a bíblia católica não desmente isto, pelo contrário, ela confirma isto.
Portanto, a diferença entre evangélicos e católicos não é pelo que está na Bíblia e sim pelo que não está na Bíblia. Enquanto que os evangélicos têm sua fé fundamentada exclusivamente nas sagradas escrituras, os católicos baseiam-se também na tradição e nos dogmas da igreja, como: a assunção de Maria, a infalibilidade do papa, o purgatório, o culto aos mortos, entre outros. Estes ensinamentos não são bíblicos e, portanto são alguns dos pilares que distanciam evangélicos de católicos.
Fiquemos com a Bíblia, pois ela é a palavra de Deus, inspirada pelo Espírito Santo e fonte de toda a informação que o homem precisa para conhecer a Deus.

Fonte:
http://www.evangelizacao.blog.br/

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COMO OS APÓCRIFOS FORAM APROVADOS
(Pr. José Nilton)

Significado das palavras CÂNON e CANÔNICO.
1. CÂNON - (de origem semítica, na língua hebraica "qãneh" em Ez 40.3; e no grego: "kanón" em Gl 6.16"), tem sido traduzido em nossas versões em português como, "regra", "norma". Significado literal: vara ou instrumento de medir. Significado figurado: Regra ou critérios que comprovam a autenticidade e inspiração dos livros bíblicos; Lista dos Escritos Sagrados; Sinônimo de ESCRITURAS - como a regra de fé e ação investida de autoridade divina. Outros significados: Credo formulado (a doutrina da Igreja em Geral); Regras eclesiásticas (lista ou série de procedimentos)
2. CANÔNICO - Que está de acordo com o cânon. Em relação aos 66 livros da Bíblia hebraica e evangélica.
O Significado da palavra PSEUDOEPÍGRAFO– Literalmente significa "escritos falsos" - Os apócrifos não são necessariamente escritos falsos, mas, sim não canônicos, embora, também contenham ensinos errados ou hereges.
Quando a Igreja Católica Romana se refere ao cânon do Velho Testamento, ela inclui uma série de livros que nós evangélicos, protestantes chamamos de "Apócrifos" mas os católicos de "Deuterocanônicos", os quais não aparecem nas versões evangélicas e hebraica da Bíblia.
Igreja Romana aprovou os apócrifos em 8 de Abril de 1546 como meio de combater a Reforma protestante. Nessa época os protestantes combatiam violentamente as doutrinas romanistas do purgatório, oração pelos mortos, salvação pelas obras, etc. Os romanistas viam nos apócrifos base para tais doutrinas, e apelaram para eles aprovando-os como canônicos.

Houve prós e contras dentro dessa própria igreja, como também depois. Nesse tempo os jesuítas exerciam muita influência no clero. Os debates sobre os apócrifos motivaram ataques dos dominicanos contra os franciscanos. O biblista católico John L. Mackenzie em seu "Dicionário Bíblico" sob o verbete, Cânone, comenta que no Concílio de Trento houve várias "controvérsias notadamente candentes" sobre a aprovação dos apócrifos. Mas o cardeal Pallavacini, em sua "História Eclesiástica" declara mais nitidamente que em pleno Concílio, 40 bispos dos 49 presentes travaram luta corporal, agarrado às barbas e batinas uns dos outros... Foi nesse ambiente "ESPIRITUAL", que os apócrifos foram aprovados. A primeira edição da Bíblia católico-romana com os apócrifos deu-se em 1592, com autorização do papa Clemente VIII.
Os Reformadores protestantes publicaram a Bíblia com os apócrifos, colocando-os entre o Antigo e Novo Testamentos, não como livros inspirados, mas bons para a leitura e de valor literário histórico. Isto continuou até 1629. A famosa versão inglesa King James (Versão do Rei Tiago) de 1611 ainda os trouxe. Porém, após 1629 as igrejas reformadas excluíram totalmente os apócrifos das suas edições da Bíblia, e, "induziram a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, sob pressão do puritanismo escocês, a declarar que não editaria Bíblias que tivessem os apócrifos, e de não colaborar com outras sociedades que incluíssem esses livros em suas edições." Melhor assim, tendo em vista evitar confusão entre o povo simples, que nem sempre sabe discernir entre um livro canônico e um apócrifo e também pelo fato do que aconteceu com a Vulgata! Melhor editá-los separadamente.

Fonte:
Seitas e Heresias, de Raimundo F. de Oliveira;
Historia da Igreja Cristã, de Robert Hastings Nichols.
pesquisa em internert

segunda-feira, 5 de abril de 2010

FRAGMENTOS DE PAPIRO - 1João 4.11,12,14-17

Este é um manuscrito grego, do terceiro século depois de Cristo, como é maravilhoso o fato de perceber o admirável trabalho dos exegetas que Deus capacitou para a tarefa gigantesca de reconstruir o texto bíblico que temos em nossas mãos. Só o nosso Senhor para garantir o resultado de um texto sólido e fiel, como o que temos em nossa Bíblia.

Veja o texto:

v.11- "Amados, se Deus assim nos amou, também devemos amar uns aos outros."
v.12- "Ninguém jamais viu a Deus; se nos amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeito o seu amor."
v. 14- "E vimos, e testificamos que o Pai enviou o seu Filho para salvador do mundo"
v.15- "Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele, e ele em Deus"
v.16- "E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em Deus, e Deus nele"
v.17- "Nisto é perfeito o amor para conosco, para que no dia do juizo tenhamos confiança; porque, qual ele é, somos nó ambém neste mundo."

Fonte:
Foto tirada do Blog EBD - Auxilios Didáticos Pastor Davi, Queimados, RJ - Brasil
Pastor batista há 19 anos, Teólogo formado pelo STBSB, RJ e editor da JUERP, RJ
Texto Bíblico, da Bíblia ECRFiel, da SBT

quinta-feira, 1 de abril de 2010

A PASCOA



A VERDADEIRA PÁSCOA
Ex 12.37-43; Mc 14.12-16,22-26
Estamos hoje no final da semana chamada santa, uma semana em que as pessoas felizes com a Semana Santa, com a Páscoa, momentos em que se confraternizam, se alegram, dão e recebem ovos de Páscoa... Mas afinal, o que é pascoa, porque ela existe? qual o seu siginficado?

1. O que é páscoa? Porque existe a páscoa?
A Bíblia nos fala sobre isso; e segundo a Bíblia, Já há alguns milênios (3,5) os Judeus já comemoravam a Páscoa. Mas como? Jesus Cristo não havia nem mesmo nascido! É verdade! No início, as comemorações da Páscoa já eram nesta época do ano: Março, Abril (primavera no hemisfério norte) eram para comemorar as colheitas. Era, portanto, a festa das colheitas. A alegria de festejar e “rememorar” com o sucesso de um período trabalhado e seus frutos (na verdade a festa da colheita era 50 dias após a páscoa).
A Bíblia diz que o povo de Deus, os hebreus, foram escravizados no Egito (Império naquela época). Ficaram como escravos muitos anos... Até que, com ajuda de Deus, conseguiram sair da escravidão e voltar à terra prometida e foi aí que Deus instituiu a páscoa, a qual passou a ser comemorada a Passagem, do Êxodo, da libertação da terra do Egito.
Ou seja; para os judeus, a páscoa tem um grande significado. Por que ela faz lembrar do grande livramento que Deus concedeu ao seu povo, quando tirou-os do Egito, e os colocou na Canaã, terra que mana Leite e Mel

2. Mas, hoje que significa a páscoa?
O Verbo que era a palavra se fez carne e veio habitar entre nós (Jo 1.14) este verbo é Jesus que após um período aqui na terra nos mostrou que nós vivenciamos a Páscoa, ou seja; em Hebraico Páscoa quer dizer PASSAGEM assim sendo, Jesus o Cristo, nos mostrou que aqui é apenas um local de passagem e acima de tudo de aprendizagem. Portanto o mais importante não é o que construímos materialmente, mas, sim, o que construímos espiritualmente. Jesus, após ser crucificado e morto (na época da festa da Páscoa judaica, pois ele havia ido até Jerusalém para as comemorações - ele também era Judeu), ele ressuscita no 3º dia e aparece aos seus discípulos algumas vezes.
Ele morreu e ressuscitou, para nos dá a vida eterna. Mas na apenas aguardamos uma vida futura, no céu. Porque Vida eterna
quer dizer ”vida de qualidade”. Portanto, em cristo Jesus podemos hoje viver a vida de qualidade, porque sua morte, sua ressurreição, nos dá essa certeza, de que fomos libertos da escravidão do pecado, para vivermos uma nova vida, vida de liberdade. ”E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8.32)
Na páscoa se matavam um cordeiro. E Jesus, é apresentado por João como o Cordeiro de Deus. E antes da sua morte Jesus, reúne os discípulos para comemorar a páscoa, e aproveita a ocasião para dar algumas instruções, e nessas instruções ele deixa bem claro para os discípulos que seria preso, seria morto,e ao terceiro dia iria ressuscitar. Ele celebra a ceia e mostra que a ceia estaria como substituindo a páscoa judaica. Para o cristão, a ceia passa a ser a forma neotestamentária de se comemorar a páscoa. Porque para o cristão, a morte de Cristo, é o meio que Deus usou para que fossemos livres do pecado. E a ceia nos faz ”remomorar” com alegria o sacrifício de Cristo na Cruz do calvário.

3. Qual a mensagem da Páscoa hoje?
Amados, há mais de dois mil anos atrás, Jesus veio ao mundo, disposto a ser o maior exemplo de amor e verdade que a humanidade conheceria. Sua proposta de vida não foi entendida por muitos e então, condenaram-no e crucificaram-no, ignorando todos os seus propósitos de um mundo melhor.
Em sua morte, Houve dor, angústia e escuridão. Diz a Bíblia, que por três dias, o sol se recusou a brilhar, a lua se negou a iluminar a Terra, Mas, que ao terceiro dia algo aconteceu... Ele ressuscitou!

3.1. A verdadeira mensagem da Páscoa, é a mensagem da cruz.
Uma mensagem de morte e ressurreição!
Ressurreição do sorriso, da alegria...
Ressurreição da alegria de viver...
Ressurreição do amor...
Ressurreição para uma vida feliz,
Ressurreição dos sonhos.

3.2. A verdadeira mensagem da Páscoa é a mensagem do tumulo vazio.
Uma mensagem das lembranças e de uma verdade que está acima dos ovos de chocolate, ou dos coelhinhos como muitos comemoram hoje.
Cristo morreu,mas ressuscitou e fez isso somente para nos dá vida e vida com abundância!

segunda-feira, 22 de março de 2010

CONHECENDO AS PARTES DO TABERNÁCULO




VEJA CADA PARTE DO TABENÁCULO:



As Cortinas do Tabernáculo
Tinha quatro cobertas, a primeiro era de linho, a segunda era de pelos de cabras, a terceira era de pele de carneiro tingida de vermelho, e a quarto era de peles de texugos. A pele de texugo a única coberta que era vista do lado de fora, era grosseira e sem atrativo.



Este é o Altar do holocausto
Nele colocava-se fogo, com o qual qieimava-se o holocausto, oferecido em sacrifiio.



Este é o altar do incenso.
Onde era oferecido o incenso aromático.
Essa oferta representa hoje, as orações dos santos.



Esta é a Arca da Aliança.
Revestida de ouro por dentro e por fora, com dois querubins voltados para o sangue que o sumo sacerdote aspergia sobre o propiciatório, e falava da expiação. O significado para hoje, é o pecador só pode se aproximar de Deus, porque Deus vê o sangue; a obra consumadora na cruzrealizada po seu Filho Amado.



O Castiçal de ouro, (também conhecido como candelabro)com suas sete lâmpadas, com azeite. Ele alumiava o Santo Lugar.



A Mesa da propoição. Nela havia 12 pães da proposição, que representava as doze tribos de Israel.



A Pia de Bronze
Onde os sacerdotes lavavam as suas mãos e os pés antes de entrarem e saírem do Santo Lugar. A Pia foi feito com os espelhos de bronze das mulheres, e enchidas de água, para limpeza constante dos sacerdotes que ministravam na Casa do Senhor.

Conheça sobre o sacerdote, no estudo: O Sacerdote do Testamento.

(Fonte de pesquisa: Parte do texto,Apostila de Estudo, minha autoria; gravuras, site O Tabernáculo, http://www.jesusnet.org.br/tabernaculo/tab_1A.html;)

segunda-feira, 8 de março de 2010

IBETEO: Intituto Bereano de Teologia - Fotos



I B E T E O. "Trazendo o Conhecimento Teológico ao seu Alcance!"



Estou ministrando um curso de liderança no templo da 3a.Igreja Batista Missionária em Brumado.






Alunos recebendo certificado num curso de liderança.



Este é Antonio Dumont, aluno do curso teológico, em Paulo Afonso.




Diretor: Pr. José Nilton, O 2o esquerda para a direita
Alunos: da esquerda para a direita
Carla - 2a. IBM, Paulo - IEAD, Jorge Reis - IEQ,


Faça parte desta turma venha estudar conosco!

sábado, 6 de março de 2010

O SACERDOTE NO ANTIGO TESTAMENTO



O SACERDOTE NO ANTIGO TESTAMENTO

QUEM ERA O SACERDOTE:
No Antigo Testamento, descendente de ARÃO separado para servir como oficiante no culto realizado primeiro no TABERNÁCULO e depois no TEMPLO. O sacerdote era MEDIADOR entre Deus e o povo, oferecendo SACRIFÍCIOS e orando em seu favor (Êx 28—29; Lv 21; 1Cr 24). Antes de Arão já havia sacerdotes (Hb 7.1-3). No NT, todos os cristãos são sacerdotes (Ap 1.6; 5.10).
O sacerdote era um ministro investido de autoridade, servia como mediador entre Deus e os homens. O sacerdote só poderia tomar mulher que fosse de sua propria nação, virgem ou viúva, não repudiada, cuja genealogia medeasse com a dos sacerdotes, pois estava sugeito a leis sacerdotais - (Lv.21).
Deus desejava tornar a nação de Israel como um reino sacerdotal (Ex 9.6) mas,em falhando, escolheu a famiia de Arão para ser a família de sacerdote, que se perpetuou (Ex 28.1;40,12-15; Nm 6.40)
Arão da tribo de Levi foi o primeiro sumo sacerdote:
a) Foi chamado por Deus (Hb 5.4)
b) Vestidos santosa para glória e ornamento (Ex 28.2)
c) Purificado (Ex 29.4)
d) Coroado (Ex 29.6)
e) Cingido (Ex 29.9)
f) Ungido e santificado (Lv 8.12)
g) Submisso a consagração (Lv 8.24-27)

FUNÇÕES DO SACERDOTE
O sacerdote era sugeito as leis especiais para ministrar (Lv 10.8). Suas obrigações eram de três categorias: 1. Ministrar no santuário perante o Senhor; 2. Ensinar ao povo a guardare a Lei de Deus; 3. Tomar conhecimento da vontade divina, consultando o Urim e tumim (Ex 29.10; Nm 16.40; Ed 2.63) O Urim e Tumim (luz e Perfeição), era o nome de um ou mais objetos pertencentes ao racional do juizo que o sumo sacerdote trazia ao peito quando se apresentava ao Senhor (Ex 28.30). Era para consultar a vontade de Deus em casos dificeis de interesse do povo (Nm 27.21;Jo 1.1; etc).

VESTIMENTAS DO SACERDOTE
As vestimentas eram:
- Calções curtos desde os rins até as coxas;
- Uma camisa estreita, tecida de alto a baixo e sem costura, descendo até aos artelhos e apertada na cinta por um cíngulo bordado, simbolicamente ornamentado;
- Uma tiara em forma cônica, tudo feito de linho fino e branco, Ex 28.40-42.
Os sacerdotes e outros oficiais de serviço religioso costumavam vestir um éfode de linho, sem bordados e sem os adornos custosos como o que usava o sumo sacerdote, 1Sm 2.18; 22.18; 2Sm 4.14.

ONDE ATUAVA O SACERDOTE
O Tabernáculo era o local de atuação do sacerdote. Logo que o povo hebreu se organizou como nação no Sinai, levantou-se o tabernáculo e o servo do santuário foi organizado de acordo com a dignidade de Jeová de modo a não ficar devendo nada às mais cultas nações da Antigüidade. Apartí daí nasceu a necessidade de um corpo sacerdotal. Arão e seus filhos foram designados para este cargo que se perpetuou na família, e a ela restringido, Ex 28.1; 40.12-15; Nm 16.40; cp. 17 e 18.1-18; cp. Dt 10.6; 1Rs 8.4; Ed 2.36 e seg. Todos os filhos de Arão eram sacerdotes, com excessão daqueles que tinham alguma deformidade física, Lv 21.16 e seg.
Quando a Escritura se refere à classe sacerdotal, emprega as expressões;sacerdotes, ou filhos de Arão, está aludindo à descendência deste sacerdote, 2Cr 26.18; 29.21; 35.14; cp. Nm 3.3; 10.8; Js 21.19; Ne 10.38. Quando emprega a expressão sacerdote da linhagem de Levi está aludindo à tribo a que pertenciam, Dt 17.9,18; 18.1; Js 3.3; 8.33; 2Cr 23.18; 30.27; Jr 33.18,21; cp. Ex 38.21.
Quando fala sacerdotes e levitas, filhos de Sadoque, está assim designando o ramo da família de que descendiam, Ez 44.15; cp. 43.19. Este modo de referir-se à classe dos sacerdotes, como acabamos de ver nos textos citados, era muito comum no tempo em que se fazia questão fechada em distinguir as funções dos sacerdotes e dos levitas, como se vê na história em que os ministros do altar no tabernáculo e no templo, e aqueles que traziam o Urim e Tumim, também pertenciam à família de Arão.

COMO ERA O TABERNÁCULO

O tabernáculo é como um templo; um lugar para encontrar Deus, O tabernáculo era a estrutura que os israelitas construíam para a adoração. Era o simbolo da presença de Deus entre o povo. Depois do Êxodo, o povo israelita passo quarenta anos vagando pelo deserto. Juntamente com os Dez Mandamentos, Deus deu a Moisés instruções bem detalhadas em Êxodo (capítulos 25-40) de como o povo tinha que construir o tabernáculo e adorar a Deus.
Apesar de ser muito luxuosa, como nos mostra Bíblia, era uma estrutura completamente portátil. Toda vez que os israelitas mudavam o seu acampamento de lugar, o tabernáculo era levado com eles. Por ser portátil, o tabernáculo também servia como um símbolo de que Deus andava com o povo de Israel.
Moisés ia ao tabernáculo para determinar a vontade de Deus para o povo. Mais tarde, um templo (que não era portátil) foi construído pelo rei Salomão com o mesmo layout do tabernáculo.
O tabernáculo era diariamente usado como o meio pelo qual o povo se relacionava com Deus. Incenso e outras coisas eram oferecidas a Deus juntamente com orações e louvores. Deus também estabeleceu dias específicos como o dia da expiação quando o povo e os sacerdotes fariam tarefas especiais ou sacrifícios especiais para Deus.
O tabernáculo se tornou o centro da comunidade israelita enquanto eles estavam no deserto. Quando eles acampavam, o lugar do acampamento de cada tribo era determinado pela localização do tabernáculo.
Os levitas ficavam em volta do tabernáculo e as famílias de Moisés e de Arão sempre acampavam ao leste, na frente da entrada. O tabernáculo devia está posicionado sempre no centreo das tribos. Mesmo na mudança, o tabernáculo permanecia central, com seis tribos na frente e seis tribos seguindo a trás.
O Tabernáculo é descrito na Bíblia, com várias partes:

O ÁTRIO
A descrição do tabernáculo na bíblia começa com o quarto de dentro - o Santo dos Santos também traduzido como Santíssimo Lugar.
Quando o povo iniciou a construção do tabernáculo, as partes de fora foram feitas primeiro. Dessa maneira é que vamos descrever o tabernáculo - de fora para dentro. A bíblia deixa muito claro que a intenção é que esse fosse um lugar santo para se reunir.
Todos os materiais usados eram raros e valiosos, indicando que qualquer coisa associada a Deus era para ser da melhor qualidade.
As paredes da tenda eram feitas de madeira de acácia que cresce naturalmente no Oriente Médio.
Quando o tabernáculo era desmontado para ser movido, muitas famílias tinham trabalhos específicos. Todos tinham algo a fazer.
O átrio cercava todo o Tabernáculo (Êxodo 27:9-21). A moldura da cerca era feita de madeira de acácia e coberta por prata e descansava numa base de bronze.
As Cortinas de linho cobriam essa moldura de fora. Elas eram penduradas em ganchos de prata de uma vara de prata. A entrada, na face leste do átrio, era coberta por cortinas bordadas com cores as cores azul, roxa e escarlate.

O ALTAR DE SACRIFíCIO
Nesse átrio estavam o lavatório e o altar.
O altar se era o primeiro objeto localizado na entrada do átrio. Os pecadores não podiam entrar diante da presença de Deus, eles tinham que oferecer um sacrifício por seus pecados.
É claro que todo cristão acredita que Jesus Cristo foi o sacrifício pelos pecados de todo o mundo, por isso podemos entrar na presença de Deus sendo humildes e pedindo perdão. Mas nos tempos do Velho Testamento, coisas - geralmente animais e grãos - eram oferecidos a Deus como parte da redenção dos pecados.
Esse altar foi desenhado para queimar sacrifícios. O altar foi construído de madeira oca e coberto por bronze. Isso o tornava leve o suficiente, apesar de seu tamanho, para ser carregado em varas cobertas de bronze que passavam por argolas em bronze nas suas beiradas (Êxodo 27:1-8).
Uma grelha de bronze ficava no meio do altar para permitir que o ar fluísse para dentro do fogo.
Baldes para as cinzas, ganchos para a carne, as bacias para recolher o sangue e as panelas também eram feitas de bronze.
Nos cantos do altar havia dois chifres também cobertos por bronze. Os quais serviam para amarrar os animais que seriam sacrificados, e eles também eram simbólicos. Como sinal de proteção. Uma pessoa em Israel podia ir ao altar e bater nos chifres.
Em tempos modernos, pessoas queando se sentem ameaçadas, pelos problemas, ainda procuram um santuário numa igreja quando elas sentem que não há proteção ou justiça em qualquer outro lugar.

O LAVATÓRIO
Entre o altar e a tenda da congregação do tabernáculo havia um lavatório ou pia de bronze (Êxodo 30:17-21).
A sua localização - na entrada da tenda da congregação - evitava que as partes interiores do tabernáculo se contaminassem com poeira. Sendo Deus santo, e ele exigia que os sacerdotes se limpassem antes de começarem a ministrar na tenda do tabernáculo.
O lavatório era feito de bronze e espelhos. As mulheres que serviam na entrada do átrio do tabernáculo doaram os espelhos.

O LUGAR SANTO
O Lugar Santo era a primeira parte da tenda de dentro do tabernáculo. Os sacerdotes podiam entrar ali para fazer as suas rotinas diárias no lugar do povo de Deus. Dentro do Santíssimo Lugar havia três peças importantes de mobília.

A MESA DO PÃO DA PRESENÇA
Essa mesa era feita de madeira de acácia coberta de ouro (Êxodo 25:23-30). Sempre que o tabernáculo era transportado, a mesa podia ser levada em varas que passavam dentro de argolas de ouro nas pontas da mesa. Pratos,louças, jarras e tigelas de ouro eram colocadas em cima da mesa. Provavelmente isso era relacionado com ofertas de bebida.
Cada sábado, doze bisnagas de pão eram colocadas nessa mesa, simbolizando a provisão de Deus para as doze tribos de Israel.

O CANDELABRO DE OURO
O candelabro era uma base para as lâmpadas com sete hastes para segurar as lâmpadas (Êxodo 25:31-39). Elas queimavam só o mais puro azeite de oliva e tudo era feito do mais puro ouro.
As hastes tinham o formato da flor de amêndoa com botões e pétalas. É provável que as lâmpadas eram feitas para queimar continuamente.

O ALTAR DO INCENSO
O incenso era algo que soltava um aroma agradável a Deus (Êxodo 30:1-10). Esse incenso também simbolizava a oração, algumas igrejas como: a episcopal, católica e ortodoxa, tem um altar de incenso. Diferentemente do altar de sacrifício no átrio, o qual era feito com madeira de acácia coberta de ouro, não bronze, e não era usada para sacrifícios.
No entanto, como no altar de bronze, havia chifres em cada canto e argolas e varas para carregá-lo. Neste altar o sacerdote queimava o incenso toda manhã e toda noite e todo ano no dia da expiação os chifres eram ungidos com óleo.

SANTO DOS SANTOS
O Santo dos santos, era a parte em que só o Sumo Sacerdsote tinha acesso, uma vez por ano. No Santo dos Santos estava:

A ARCA DA ALIANÇA
Essa arca era uma caixa de madeira, como um baú, coberto em puro ouro (Êxodo 25:10-16) por dentro e por fora.
A arca representava a presença de Deus com a nação de Israel. Uma arca era uma mobília religiosa comum naquela época no Oriente Médio, mas essa arca era diferente.
Na maioria das religiões pagãs, o baú continha uma estátua da divindade sendo adorada. Neste caso, a arca continha três itens que mostravam como Deus se relacionava com o seu povo: as tábuas com os dez mandamentos (a orientação de Deus), a vara de Arão (a autoridade de Deus) e uma jarra de maná (a provisão de Deus para necessidades diárias do Seu povo).
Essa arca era portátil como tudo no tabernáculo. Varas compridas de madeira cobertas de ouro passavam por argolas de ouro em cada canto. Essas varas jamais poderiam ser removidas conforme Deus assim havia instruído (Êxodo 25:15).

O PROPICIATÓRIO
Era o lugar da expiação dos pecados, e ficava no tampo da arca. Era o lugar onde eles achavam que Deus estava assentado. Esse assento era um bloco de ouro puro que ficava em cima da arca (Êxodo 25:17-22). Desta maneira, simbolicamente, Deus e sua misericórdia estavam acima da lei que ficava dentro da arca. Havia dois querubins que ficavam um de cada lado do bloco, olhando para o lado de dentro. Todo ano no dia da expiação (Levítico 23:26-31), sangue era espirrado no lugar da expiação no tampo da arca mostrando assim, como o sangue do sacrifício se relacionava com a misericórdia de Deus.

Conheça cada parte do tabernáculo, no estudo: Conhecendo as partes do tabernáculo.

Fontes de Pesquisa : Ilúmina; Vivos: O Site da fé Cristã; Apostila de estudo,O sacerdote do Antigo Testamento, da minha autoria.

terça-feira, 2 de março de 2010

UNIDADE E COMUNHÃO


Mensagem pregada na 1ª. Inspirativa do setor 1 da ASBASEV
No templo da 3ª. IBM-Brumado em 06/032010



Graça e paz!
É com alegria e gratidão a Deus, mais também consciente da grande responsabilidade, que tenho de está discorrendo sobre um tema tão importante:

“A Unidade e comunhão”.
“A unidade e comunhão de todos/as os/as discípulos/as de Jesus Cristo” é a maior temática atual. É muito maior do que as segundas intenções que povoam alguns setores eclesiásticos da Igreja, pois ela nasce no coração de Deus visando com que o Corpo de Cristo espalhado por toda a terra seja o maior beneficiado. A direção da associação foi feliz na escolha desse tema, porque como uma associação de igrejas batistas, ainda que defendendo os meus princípios e doutrinas, existem as diferenças individuais de cada igreja. E este tema “A unidade e a comunhão” tornam-nos fortes e mostra ao mundo que existe uma divina alternativa para a indiferença, o individualismo, a ganância, o partidarismo, a traição, a reivindicação, o desamor, a barganha, o exclusivismo, a desunião, o egoísmo, a politicagem, o ódio, a violência, o tradicionalismo, o misticismo, o fanatismo, o ateísmo, o autoritarismo etc. Este modo de existir da Igreja de Cristo demonstra que ela não é a salvadora do mundo, mas que caminha orientada pelo Salvador, concedendo refrigério, sabor e luminosidade a todos/as que se acham cansados/as e sobrecarregados/as com uma existência desumana e distante do Pai Celeste.

Introdução:
Para discorrermos este tema, leiamos a oração de Jesus por seus discípulos, no evangelho de João 17.21-23:
21. “Para que todos sejam um, como tu ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.
22. E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um como nós somos um.
23. Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviastes a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim”

Podemos perceber amados, nessa oração, que há uma preocupação de Jesus, pela unidade e comunhão dos seus discípulos. Quando ele diz: “Eu rogo (...) pra que todos sejam um ...”que eles sejam perfeitos em unidade isto é unidade, isto é comunhão”.

I. Na igreja primitiva.
Esta unidade e comunhão daqueles/as que foram transformados/as por Jesus era chamado de ecumenismo. Esse é o sentido da expressão usada por Lucas no Livro de atos, quando da narrativa histórica igreja: “E tinham tudo em comum, e ninguém sentia falta de nada, porque tudo era repartido segundo a necessidade de cada um, e (...) comiam juntos com alegria e singeleza de coação.” Entretanto, reconhecemos que este termo “ecumenismo” está muito desgastado. E muitas foram as contribuições para que isso ocorresse. Dentre as razoes para o desgaste, podemos citar: o mau uso da terminologia, por vários setores, da sociedade, por pessoas ávidas, pela fusão de todas as religiões, e também como por uma parte da liderança “cristã” (defensora e opositora) que agregou a ela os seus preconceitos, os seus “sacros” pontos de vista. Diante deste quadro, preferimos ficar com o termo proposto pela direção, que é a unidade comunhão.

II. Na igreja atual.
Quando eu uso a expressão “unidade e comunhão dos/as cristãos/ãs” ela vem marcada por um ideal que para mim está claro.

Muitos/as homens/mulheres tiveram um encontro com Jesus Cristo e por isso suas vidas foram transformadas, isto é, eles/as adquiriram novos valores, entenderam que o Senhor é quem os/as orienta a viver melhor como seres humanos, experimentam na atualidade parte da eternidade que lhes está preparada, esforçam-se por viverem o Evangelho e o Espírito Santo lhes ajuda no processo pedagógico da santificação. Cristo, que é o Evangelho, tornou-se “os óculos” que lhes permitem observar, avaliar e relacionar-se com o mundo que os/as rodeia e consigo mesmos/as. Via de regra, a pessoa que acolheu a Jesus como Senhor e Salvador foi evangelizada por um/a cristão/ã que congrega em uma determinada igreja que possui características próprias. Seguindo esta lógica, conclui-se que as comunidades cristãs têm particularidades e semelhanças. A isso eu chamo heterogeneidade. Tal diversidade se percebe em uma única igreja local. Uma igreja formada por pessoas diferentes, com posturas diferentes, com visões bíblico-teológicas diferentes, com vivências litúrgicas diferentes, com culturas diferentes e que se relacionam porque fazem parte do povo de Deus. Não obstante, estas diferenças não são obstáculos para aqueles/as que são discípulos/as de Jesus. Mesmo que surjam atritos interpessoais, os/as envolvidos/as buscam podar as arestas reconciliando-se, perdoando-se mutuamente e dando prosseguimento à caminhada cristã.

Se o essencial no discipulado cristão é seguir a Cristo, fortalecer-se no Espírito e espalhar as sementes do Reino de Deus por toda a terra, aquilo que não é essencial não atrapalha a unidade e comunhão daqueles/as que foram resgatados/a por Jesus.

1. A Unidade e comunhão. Deve ser priorizada.
Como servos do Senhor Jesus, devemos priorizar a unidade e comunhão, tanto a como associação quanto igreja local. Porque quando priorizamos a comunhão e buscamos incessantemente a unidade dos/as discípulos/as de Jesus nós temos maiores condições de realizarmos a sublime missão de espelho o Evangelho do Reino.

Ouvi uma frase muito interessante outro dia, que diz: “Somos a vitrine de deus nesse mundo, por isso precisamos dar bom testemunho para os que estão distanciados de Deus”.

1. Serve de testemunho para o mundo.
Amados, é através dos relacionamentos que temos a possibilidade de demonstrarmos com ações, palavras ainda que em silêncio, que fomos transformados/as por Cristo. Ao nos unirmos temos condições de aprender uns/umas com os/as outros/as. As semelhanças conferem entusiasmo, alegria, disposição e vontade de influenciar positivamente os grupos humanos com os quais convivemos. As diferenças observadas na vida do/a irmão/ã nos ajudam em nossa auto-avaliação a detectarmos os nossos limites, valores, fragilidades e incompatibilidades. Com isso nós aprendemos a compartilhar, a dialogar, a respeitar e a conviver movidos/as pelo amor do Pai Celeste. E assim Crescemos juntos/as. Evangelizamos juntos/as.

Eu aspiro pelo desenvolvimento e a promoção da comunhão e da unidade dos/as seguidores/as de Cristo. Mas, em alguns momentos, tenho que confessar, eu me entristeço por perceber que existem pecados e barreiras que impedem a concretização deste anelo. Esta realidade poderia começar a mudar desde que todas as lideranças das igrejas locais exercitassem e estimulassem a comunhão e a unidade entre os membros. Aquele/a que é líder precisaria viver do modo que se espera porque ele/a influencia pessoas.

Que o tema em pauta seja amplamente divulgado nos encontros da ASBASEV, nos cultos de cada igreja, nas Escolas Dominicais, nos momentos de estudos bíblicos, no seio das famílias, nas reuniões, nos retiros espirituais, nas festas, nas brincadeiras, nos passeios etc. Eu creio que nesses dias Deus, está nos despertando para isso. Na minha visão... é tempo de adotar uma postura definida.

2. Serve como um diferencial.
A diversidade ainda é uma característica positiva da Igreja. Todavia, em certos lugares, ela pode se curvar diante das famosas tentações sofridas por Jesus antes do início do seu Ministério, a saber, poder, fama e riqueza. Além disso, infelizmente há quem possa se utilizar ainda dos rótulos “tradicional”, “conservador/a”, “avivado/a”, “carismático/a”, “liberal”, “pentecostal”, “neopentecostal”, “progressista”, dentre outros que não facilitam a tarefa missionária, antes serve para classificar diabolicamente as pessoas e as “facções cristãs” a qual pertencem.

À semelhança do nosso Inimigo, indivíduos descristianizados se agridem, travestidos de piedosos crentes exercitando de modo eficaz os atos de matar, roubar e destruir com classe.

2. A Unidade e Comunhão, deve ser vivida:
Não basta priorizar no momento do ensino. É preciso viver, observar Quando se observa a busca pela unidade e comunhão na história da Igreja nota-se que há elementos positivos e negativos. Especialmente estes últimos devem ser observados. A falta de unidade ecomunhão, além de deixar feridas abertas nos corações de muitos/as irmãos/ãs, fomentam em outros/as tantos/as uma supervalorização das desgraças experimentadas ou ojeriza crônica. Por conseguinte, estão diante de nós vítimas de maldades, manipulações e confusões. Há pessoas traumatizadas que não experimentaram a cura que Deus oferece às “feridas interiores”, tampouco se submeteram às apropriadas terapias aplicadas por profissionais da área da saúde que intencionam promover uma vida psicologicamente adequada e a mais equilibrada possível.

Logo, o amor, carinho e sensibilidade são imprescindíveis no trato deste tema em nossas igrejas. junto aos/às discípulos/as de Cristo. Por isso vamos dar pequenos passos, isto é, exercitando a unidade e comunhão inicialmente dentro da primeira igreja local que é a nossa casa, em nossa Comunidade de Fé, que é a igreja, e assim sucessivamente...

Unidade e Comunhão é uma marca característica de uma Igreja cheia do Espírito Santo que não anula sua diversidade, não ignora as diferenças mas, uma Igreja que se esforça por viver em unidade e comunhão por amor e gratidão a Jesus Cristo.

Unidade e Comunhão é uma marca característica de uma Igreja que ama a Deus acima de tudo e ao/à próximo/a como a si mesma.

Conclusão:
Vamos nos unir uns aos outros em oração com o propósito de preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz. Que o Senhor nos ajude sermos uma associação formada por Igrejas, que vivem a unidade em maio a diversidade, que vivem a comunhão, e no poder do Espírito Santo, com possamos se portar como um Farol nestes dias tão escuros. Cabe-nos, então, prosseguir vivendo e anunciando o Evangelho de Cristo.

Mulher Ágape!

Cristão Site